Todos os meses recebo pacientes que chegam ao consultório com dúvidas sobre a dieta do momento, seja o jejum de 16 horas, a janela alimentar de 4 horas ou os ciclos de restrição severa intercalados com dias "livres". As nomenclaturas mudam, mas as promessas permanecem invariáveis: emagrecimento acelerado, mais energia e uma suposta desintoxicação do organismo. Em meio a tudo isso, o fígado segue tentando se adaptar a oscilações abruptas que ele, em nenhum momento, solicitou.